Implicações da edTPA para políticas e práticas de formação de professores: Representações de injustiça epistêmica e violência lenta
DOI:
https://doi.org/10.14507/epaa.31.7597Palavras-chave:
edTPA, política educacional, formação de professores, violência lenta, injustiça epistêmicaResumo
edTPA é uma avaliação de desempenho de professores amplamente utilizada. No entanto, estudos levantaram preocupações com seu uso. Conduzimos um estudo sobre as percepções dos candidatos e membros do corpo docente sobre o edTPA em seu aprendizado e desempenho. A análise das respostas revelou seis temas: confusão sobre o significado de “pronto para ensinar”; interferência na construção de relacionamentos; práticas de ensino responsivas estreitas; preocupação com o impacto das colocações nas avaliações; desconfiança na compreensão dos avaliadores sobre seus contextos; e aumento das barreiras para candidatos marginalizados. Os resultados sugerem que a edTPA pode ser interpretada como perpetrando formas de “injustiça epistêmica” e “violência lenta” que impedem a diversidade na profissão. Para concretizar a promessa de uma força de trabalho de professores mais diversificada—equidade para todos os alunos e justiça para comunidades marginalizadas—educadores de professores e formuladores de políticas devem garantir que as formas pelas quais preparam e avaliam os professores sejam cada vez mais relacionais, diversas, equitativas e justas.
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