Guerras curriculares: Uma análise crítica de políticas sobre projetos de lei de teoria crítica da raça no ensino K-12 nas legislaturas estaduais dos Estados Unidos
DOI:
https://doi.org/10.14507/epaa.32.8534Palavras-chave:
análise crítica de políticas, teoria crítica da raça, currículo, liderança educacionalResumo
A posse de Donald J. Trump em 2017 deu origem a políticas polarizadoras, destacando-se a Ordem Executiva 13950 e sua postura sobre o “combate a estereótipos de raça e sexo”. Por meio da análise crítica de políticas, examinamos 290 projetos de lei estaduais de 2017 a 2022 para comparar estratégias que impactam discussões sobre racismo, preconceitos e as contribuições de grupos raciais ou étnicos na educação pública K-12. Exploramos como os legisladores estaduais exerceram poder por meio da formulação legislativa de políticas e da redistribuição de conhecimento e recursos. Embora a maioria dos projetos de lei (74,6%) destinados a restringir essas discussões tenham falhado, sido retirados ou expirado, os legisladores os utilizaram significativamente para dificultar o discurso aberto em ambientes educacionais. Nossa análise comparativa identificou apenas 12 esforços legislativos formalmente introduzidos em apoio a essas discussões, em contraste com 278 projetos de lei restritivos. Esse esforço orquestrado, impulsionado principalmente por conservadores de extrema-direita bem financiados e sem vínculo com a área educacional, pode não refletir o sentimento público mais amplo. Nossa análise ressalta a necessidade urgente de recomendações práticas, políticas e de pesquisa para enfrentar essa campanha política em andamento e garantir uma educação equitativa e inclusiva para todos.
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