Acesso à educação, atores externos e crises crónicas: Uma análise a partir da Guiné-Bissau
DOI:
https://doi.org/10.14507/epaa.33.8708Palavras-chave:
privatização da educação, Sul Global, África, Guiné-Bissau, atores externosResumo
Este artigo analisa dados relacionados ao mapeamento das escolas pertencentes a atores externos na Guiné-Bissau. Dialoga com pesquisas anteriores sobre o tema, trazendo para a análise características particulares de contextos afetados por situações de crises prolongadas, mais especificamente a Guiné-Bissau. A reflexão apresentada tem por referência que o que pode ser objeto de privatização são a gestão da educação, a oferta educacional e o currículo (Adrião, 2018), mostrando como as características da Guiné-Bissau moldam como este fenómeno acontece. Identifica-se um embaçamento das fronteiras entre várias categorias de atores proprietários de escolas, bem como não foi identificada nenhuma rede de empresas nacionais, estrangeiras ou ligadas a fundos de investimento proprietárias de escolas. Os resultados também indicam que o valor da mensalidade paga pelos estudantes está associada ao tipo de gestão da escola, e não ao nível de escolaridade.
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