Resposta da política curricular à crise educacional no Peru e no Chile: Reflexões após a pandemia da COVID-19
DOI:
https://doi.org/10.14507/epaa.33.9007Palavras-chave:
política educacional, currículo, pandemiaResumo
Durante a crise sanitária dos anos 2020 e 2021, os sistemas educacionais geraram múltiplas formas de enfrentar o fechamento das escolas. Nos casos do Peru e do Chile, as políticas educacionais relacionadas ao currículo seguiram a lógica de redução da prescrição e a implementação de dispositivos diversificados para garantir a continuidade da formação. Nesse contexto, este estudo permitiu conhecer os propósitos, critérios e processos decisórios que caracterizaram as ações assumidas em nível macro. Para isso, foi desenvolvido um estudo de casos múltiplos instrumental, considerando ambos os países. Por meio de análise documental e entrevistas individuais e em grupo com as pessoas responsáveis pelas decisões políticas no período mencionado, foi possível compreender, em primeiro lugar, que os propósitos e critérios revelaram uma dicotomia entre prescrever e orientar as escolas, já que os espaços de flexibilidade que surgiram eram inéditos. Em segundo lugar, os processos decisórios foram marcados pela adaptação rápida e por um trabalho mais sinérgico dentro dos respectivos ministérios. Por fim, a resposta curricular em ambos os casos gerou, por um lado, mais oportunidades de empoderamento docente e, por outro, certo grau de desconfiança e incompreensão entre os professores.
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