Inclusão crítica pela justiça social na formação inicial de professores: Significados, disputas e propostas
DOI:
https://doi.org/10.14507/epaa.34.9012Palavras-chave:
inclusão crítica, justiça social, formação de professores, responsabilidade social, compromisso socialResumo
Na era da mercantilização da educação, discute-se o esvaziamento de significados historicamente relacionados com a educação para todas as pessoas, inclusiva e pela justiça social. Por isso, é urgente analisar as propostas educativas, os sentidos e os posicionamentos docentes que são promovidos na formação inicial do corpo docente. Nesse contexto, uma universidade basca redesenhou o estágio do curso de Educação Primária, com base em comunidades reflexivas de aprendizagem comprometidas com a sociedade. A partir de epistemologias da pedagogia crítica e feminista, neste estudo de caso qualitativo, utilizando questionários abertos e grupos focais, reflete-se, juntamente com as sete docentes participantes no redesenho, sobre a responsabilidade e o compromisso social docente, a educação pela inclusão e a justiça social, bem como sobre os pontos fortes e fracos da nova proposta. As análises mostram, por um lado, que as comunidades de aprendizagem são os espaços de ressignificação coletiva mais valorizados; e, por outro, que durante a formação dos professores se deve prestar especial atenção ao conteúdo e ao conhecimento pedagógico, à necessidade de construir uma agência coletiva docente e de impulsionar pedagogias mais dialogantes e complexas que promovam a politização da profissão.
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