Somos arquitetos ou trabalhadores da construção? Re-examinando a autonomia docente e a rotaçao laboral em escolas charter
DOI:
https://doi.org/10.14507/epaa.v22.1614Palavras-chave:
rotatividade dos professores, escolas charter, organização de gerenciamento gráfico, O ensino de pesquisa qualitativa, a autonomia do professor, carreirasResumo
A décadas que pesquisas nacionais professores de escolas charter expressam de que eles opinabam que tinham uma maior autonomia em relação a professores de escolas públicas tradicionais. Actualmente a evidências que sugerem que esta tendência está mudando. A recente proliferação de organizações de gestão das escolas charter (OCM em inglês), que muitas vezes têm modelos organizacionais prescritivas, levantou questões sobre como os professores percebem as noções de autonomia e controle em escolas charter. As investigações nesta área são consistentes em indicar que ter em conta os pontos de vista dos professores na tomada de decisões tem uma forte influência sobre os níveis de compromisso pessoal e evitam a rotação laboral. Este estudo exploratório, com base em entrevistas analisa criticamente por que e como autonomia do professor está ligada aos processos de rotatividade. Professores de OCMS relacionaram as preocupações sobre a autonomia, que éra limitada pelo modelo de suas organizações, com a decisão de deixar seus empregos. Professores com fortes expectativas de autonomia ou idéias dissidentes com o modelo de autonomia escolar da organização experimentaram conflitos substanciais relativos ào modelo de disciplina ou socialização dos alunos, o que afetou as decisões profissionais. Os desejos dos professores de ter uma voz sobre questões relacionadas com a socialização dos alunos dependia seu ceticismo sobre a medida em que as práticas escolares preparam adequadamente os alunos para a universidade e a vida.