Navegando um terreno contestado: O impacto de reformas abrangentes na qualidade e na equidade da educação Indígena em Aotearoa Nova Zelândia
DOI:
https://doi.org/10.14507/epaa.34.9005Palavras-chave:
educação Indígena, educação maori, reforma de políticas educacionais, desenvolvimento curricular, avaliações nacionais, Aotearoa Nova ZelândiaResumo
Apesar de o ensino em imersão na língua maori estar disponível desde os anos 1980, a maioria dos estudantes maori (Indígenas) em Aotearoa Nova Zelândia (NZ) está matriculada em escolas de língua inglesa. Ao longo do tempo, mais recursos foram destinados ao ensino em imersão maori; contudo, a escassez crônica de professores e as intervenções concebidas para escolas de língua inglesa continuam a criar obstáculos à manutenção desse sucesso. Na última década, estudantes de imersão na língua maori alcançaram índices de conclusão escolar comparáveis aos da população geral de escolas em inglês. Ao mesmo tempo, estudantes maori em escolas de língua inglesa relatam discriminação e desafios acadêmicos. Este estudo evidencia a necessidade urgente de políticas educacionais que beneficiem diretamente o povo maori, a fim de melhorar os resultados tanto no ensino em imersão maori quanto no ensino em inglês. Utilizando o Marco de Simetria Cultural para analisar a literatura sobre sucessivas reformas abrangentes, propomos métricas para avaliar a qualidade e a equidade no sistema educacional de Aotearoa NZ, priorizando o sucesso como maori. Ao focar nas políticas de currículo e avaliação em matemática, examinamos as implicações dessa abordagem mais equitativa nos níveis escolar e universitário, incluindo a formação inicial de professores.
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