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Parcerias público-privadas na formação contínua de professores num contexto de desregulamentação

Autores

DOI:

https://doi.org/10.14507/epaa.34.9526

Palavras-chave:

parcerias público-privadas, formação permanente, coabitação, privatização, Comunidade de Madrid

Resumo

A formação contínua de professores em serviço tornou-se um nicho de mercado para a participação de agentes privados. A presença desses atores requer uma análise de como se configura seu relacionamento com a administração pública e quais abordagens pedagógicas eles tentam introduzir nas políticas de formação. Por meio do estudo de seis entidades privadas divididas em dois grupos—'agentes  privados tradicionais' (Movimientos de Renovación Pedagógica, Proyecto Atlántida e Congregación de  Escuelas Católicas) e 'novas iniciativas educacionais privadas' (ESADE, COTEC e ExE)—e das administrações estadual (Ministerio de Educación) e regional (Consejería de Educación de Madrid), analisamos as racionalidades pedagógicas e os acordos estabelecidos entre as entidades e a administração, pois essa região constitui um contexto de desregulamentação do sistema educacional espanhol. Os resultados revelam uma mudança entre os agentes tradicionais e os novos: enquanto os tradicionais tendem a concentrar sua atividade nos professores, os novos procuram influenciar as políticas públicas. Eles também mostram um esvaziamento e uma neoliberalização do projeto pedagógico. Por fim, os resultados mostram a necessidade de um projeto público que garanta a qualidade da formação de professores e delimite quem deve participar de uma estrutura que priorize orçamentos democráticos em vez de incentivos comerciais.

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Biografia do Autor

Daniel Vázquez-López, Universidad Autónoma de Madrid

Daniel Vázquez-López es doctorando en educación en la Universidad Autónoma de Madrid. Es personal de investigación en formación con un contrato FPI-UAM desde el presente curso 2024-2025 hasta el 2028-2029. Su análisis se centra en las políticas de privatización educativas, concretamente en la privatización del sistema educativo madrileño. Trabajó como investigador predoctoral (FPI-UAM) durante la redacción de este artículo. 

Miriam Prieto, Universidad Autónoma de Madrid

Miriam Prieto Egido es profesora Titular del área de Teoría e Historia de la Educación del Departamento de Pedagogía de la Universidad Autónoma de Madrid. Es licenciada y doctora en Pedagogía Cum Laude con Mención de Doctorado Europeo y Premio Extraordinario de doctorado por la Universidad Complutense de Madrid (2012). Es miembro del Grupo de Investigación sobre Políticas Educativas Supranacionales (GIPES) de la Universidad Autónoma de Madrid. Ha participado en proyectos de investigación nacionales e internacionales y los resultados de su investigación se han publicado en revistas nacionales e internacionales indexadas en los primeros cuartiles. Ha realizado diversas estancias como visiting scholar en universidades extranjeras como la Universidad de Estrasburgo (2010), el Instituto de Educación de la Universidad de Londres (2012), la Universidad de Chile (2014) y la Universidad de Oslo (2018). Sus líneas de investigación se centran en las áreas de conocimiento de Teoría y Política de la educación, especialmente en el análisis de los discursos y políticas sobre la educación y sus efectos sobre la conceptualización de la educación y su puesta en práctica.

Publicado

2026-06-23

Como Citar

Vázquez-López, D., & Prieto, M. (2026). Parcerias público-privadas na formação contínua de professores num contexto de desregulamentação. Arquivos Analíticos De Políticas Educativas, 34. https://doi.org/10.14507/epaa.34.9526

Edição

Seção

Articles